É muito bom quando voce acha um século de cultura fashion em um livro só, de forma clara, compacta e ilustrada. Várias informacões sobre costureiros, fotógrafos, idolos e grifes que marcaram a história da moda e ditaram tendências. Abaixo alguns fragmentos(traduzido toscamente por mim) do livro “Le musée de la mode” da editora Phaidon;
Clarke, Henry – Fotógrafo.
Criador de fotos animadas, suas imagens sobretudo as dos anos 50 , são exemplos de equilibrio que ele procurava entre vestidos esculturais dessa época e a espontaniedade do instantaneo. Dentro do seu trabalho, engenhoso, mas sem artificios, ele se beneficiava da liberdade dos movimentos. E efetua com ‘adereço’ a passagem do estilo sofisticado dos anos 50 para a cores vivas dos anos 60.
Hermés- Thierry – Criador de acessórios.A princesa Grace Kelly, com a pequena Caroline, e na outra mão uma bolsa suficiente grande para uma mãe e suficientemente refinado por uma alteza real. No dia de seu casamento com principe Rainier, a bolsa Hermés de sua escolha recebeu seu nome em homenagem a sua fidelidade pela marca. Inicialmente inspirada em uma bolsa de carregar selas, a bolsa Kelly nunca saiu de moda.
Hermés, produtor de selas originalmente foi, fundado em 1837, em 1920 sua neta Émile, renova seu estilo e insere uma gama de vestimentas e acessórios. A marca é especilmente famosa pelo seus produtos de couro de alta qualidade.
Campião de tênis, o francês René Lacoste, lança sua camisa de Polo em 1933, 6 anos após ter recebido o apelido de “O crocodilo”, pelo fato de ter ganho uma mala de crocodilo na ocasião de uma aposta. E o crocodilo foi bordado nas suas criações. Suas camisas polo foram as primeiras roupas esportivas que levaram a moda em conta. O império Lacoste se estende até a atualidade nos campos de golfe, tenis e como vestimentas esportivas para homens mulheres e crianças.